EJE TEMÁTICO

Ciencias y medio ambiente

LOS TEXTOS DE LOS PANELES CONSERVAN EL IDIOMA EN QUE FUERON PRESENTADOS

04/1. Dinámicas globales y conflictos socio-ambientales en Latinoamérica (enviar ponencia a este simposio)

Desde hace aproximadamente dos décadas, los conflictos socio-ambientales están en el centro de la discusión científica en Latinoamérica. La mayoría de los gobiernos – ya sean de corte neoliberal o progresistas – se esforzaron en atraer inversiones internacionales en el sector extractivo. La sociedad civil se organiza cada vez de forma más efectiva para poner resistencia a este proceso. Al mismo tiempo, escándalos por contaminación y accidentes ambientales han puesto el sector en crítica de los medios de comunicación.   Sin embargo, el principal “motor” de la actividad extractiva se encuentra fuera de la región latinoamericana. Es principalmente el mercado global, el que con sus cambios en la demanda – y por consiguiente de precios – es decisivo para la activación o no de un proyecto. Las discusiones actuales sobre el “crecimiento verde” o “economía verde”, “degrowth” o la “e-mobility” influyen de forma decisiva sobre el sector extractivo en latinoamérica.   En este simposio nos proponemos discutir las actuales tendencias globales relacionadas con el sector extractivo y los crecientes conflictos en Latinoamérica. Nuestro interés es visibilizar las relaciones entre dinámicas globales e impactos locales. ¿Cómo  deciden inversores globales dónde invertir? Cómo interactúan con los actores locales, regionales y nacionales? Cómo están compuestas las redes globales de producción-extracción y consumo de recursos naturales?   Nuestro interés es analizar las relaciones entre dinámicas globales e impactos locales, tomando los aportes de diferentes disciplinas (ciencias políticas, geografía, sociología, derecho internacional, historia, etc.) que reflexionen críticamente y conjuntamente sobre las implicancias socio-ambientales de la explotación de la naturaleza.

Fernando Ruiz Peyré – Universidad de Innsbruck, Austria

fernando.ruiz-peyre@uibk.ac.at

Lucrecia Wagner – Instituto Argentino de Nivología, Glaciología y Ciencias Ambientales (IANIGLA)- Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), Argentina

lucrewagner@gmail.com

04/2. Gestão ambiental e sustentabilidade na perspectiva interdisciplinar do conhecimento na américa latina   (enviar ponencia a este simposio)

O desastre socioambiental ocorrido em novembro de 2015 na cidade de Mariana/Minas Gerais/Brasil lançou ao meio ambiente mais de 30 milhões de m3 de lama em vários rios e córregos da bacia do Rio Doce, atingindo mais 1.500 hectares de vegetação e deslocando milhares de pessoas, se constituiu o maior desastre ambiental do Brasil. Apesar da magnitude desta tragédia não há indícios que as soluções serão encontradas a curto e/ou médio prazo. Este desastre refletiu a crise ambiental contemporânea, onde se exige a convergência a uma concepção de sustentabilidade baseada em propostas ambientais integradoras, a partir de uma visão interdisciplinar/transdisciplinar, rompendo com o modelo tradicional de resolução para os problemas ambientais através de uma perspectiva tecnicista. A gestão ambiental como elemento integrador/agregador do processo de minimização dos impactos ambientais passa a utilizar em seu escopo as variáveis ambientais, sociais e econômicas como forma de entender as diferentes dinâmicas nas relações entre sociedade e ambiente, alicerçada em ações inovadoras e criativas enfocando as diferentes escalas de ação, desde o local até o global. Neste sentido, a proposta deste simpósio é promover a discussão científica com pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, que em suas análises teóricas, metodológicas e/ou empíricas tem se dedicado a estudos e/ou aplicações de novas tecnologias, métodos ou estudados políticas de gestão dos recursos naturais na América Latina. A intenção é provocar debates que estimulem a dinamizar soluções compatíveis entre as realidades regionais e os interesses de uso dos recursos naturais dos territórios.

Franclin Ferreira Wenceslau – Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – Brasil

franclinwenceslau@gmail.com

Jefferson Marçal da Rocha – Universidade Federal do Pampa – Brasil

jeffersonmrocha@gmail.com

04/4. Governança ambiental na América Latina (enviar ponencia a este simposio)

O simpósio visa a analisar os processos relativos à governança ambiental na América latina, num contexto de crescente tensão entre os imperativos da rentabilidade econômica e da exploração ampliada dos recursos naturais, e a pressão normativa para limitar ou reverter os danos ambientais provocados. Os anos 2 000 representam um período de intensa atividade legislativa que visa estabelecer normas de poluição e padrões de uso dos recursos naturais que fortalecem o papel do Estado. Este período também é marcado pela adesão dos países ou regiões a dispositivos internacionais de gestão ambiental (redução dos gazes de efeito estufa, erosão da biodiversidade,…) e, com o apoio dos organismos internacionais de financiamento, a adoção de ferramentas de gestão baseadas no mercado assim como de uma retórica consensual que erige algumas categorias ambientais em alvos privilegiados da intervenção. Desta forma, a América latina entra no século XXI oscilando entre modelos mais ou menos intervencionistas de governança ambiental, tendo o Estado como uma arena relativamente permeável aos diferentes grupos sociais.    Os trabalhos apresentados podem ter os seguintes focos: – efeitos das transições políticas sobre a governança ambiental ; – fatores de diferenciação geográfica das trajetórias regulatórias ;  – análise crítica da produção de novas escalas de gestão/intervenção e da sua contestação ; – processos de construção/redefinição dos objetos da gestão, apontando para os jogos de interesse subjacentes ; – instrumentalização dos dispositivos de gestão para outras finalidades ; – alteração das posições de poder, devido à governança ambiental, estabelecidas nos territórios.

Eve Anne Bühler – Universidade Federal do Rio de Janeiro

eve.buhler@gmail.com

Pierre Gautreau – Universidade Paris 1 Panthéon Sorbonne

pierre.gautreau@univ-paris1.fr

04/5. Governança de recursos naturais  (enviar ponencia a este simposio)

Os recursos naturais têm passado por processos intensos de degradação que têm dificultado sua gestão. Dentro deste contexto, a proposta do Simpósio é buscar desenvolver debates entre pesquisadores de diferentes campos do conhecimento com a intenção de possibilitar diálogos que promovam a reflexão sobre os problemas sociais e ambientais envolvendo esses recursos. Algumas questões pertinentes de serem discutidas no âmbito deste Simpósio são: como comparar as experiências de institucionalização dos comitês e agências de bacia; como estão sendo avaliadas as políticas ambientais de gestão da água, das florestas e da biodiversidade; como analisar os conflitos sociais em torno do uso dos recursos naturais; quais são os avanços na análise das novas instituições relacionadas ao ambiente; que construções metodológicas estão sendo elaboradas e; qual o lugar dos recursos naturais na agenda das relações internacionais?

Maria Eugênia Totti – Universidade Estadual do Norte Fluminense – UENF

totti@uenf.br

Vanda Correa Thomé – Universidade Federal Fluminense _ IFF

vandathome@gmail.com

04/6. História ambiental urbana: problemas e perspectivas em contextos urbanos  (enviar ponencia a este simposio)

As preocupações ambientais se ampliam e se difundem neste início do século XXI e a história ambiental não pode se furtar a oferecer sua contribuição a compreender e explicar as múltiplas causas e consequências. A responsabilidade dos pesquisadores em história ambiental é a de analisar as interações entre os grupos humanos e a natureza, como estes constituem seu ambiente e são constituídos por ele, sem deixar de estabelecer as conexões entre o passado e o presente.  Com esse sentido adquire especial interesse nesta mesa o estudo das dinâmicas ambientais urbanas (de construção e expansão das cidades, de busca por abastecimento e saneamento, transporte e gestão e os conflitos associados às respostas sociais empregadas). Os enfoques combinam abordagens teóricas e práticas em centros urbanos específicos e consideram tanto aspectos metodológicos como o reconhecimento de fontes, a interpretação das evidências documentais e a contextualização das narrativas; quanto as escalas espacial e temporal que possibilitam compreender as mudanças e permanências que favorece(ra)m à iniquidade social e à degradação ambiental.

Silvia Helena Zanirato – Universidade de São Paulo

shzanirato@usp.br

Janes Jorge – Universidade Federal de São Paulo

jjunifesp@gmail.com

04/7. Nuevos conocimientos en la perspectiva transdisciplinar de la Agroecológia: Un enfoque para entender la resiliencia socioecológica de la producción agraria y la alimentación.   (enviar ponencia a este simposio)

En la nueva edición de 56 Congreso Internacional de Americanistas que se desarrollara en Salamanca (España) se invita a la reflexión sobre la dialéctica entre la universalidad y los particularismos en la producción de conocimientos sociales, políticos, artísticos y culturales. Desde esta perspectiva la agroecología  como ciencia de la sostenibilidad, ha desarrollado marcos de referencia conceptual y metodológica, donde las ciencias sociales y humanas han sido imprescindibles para entender los fenómenos en los agroecosistemas. Por esta razón, se pretende abrir el simposio titulado: “Nuevos conocimientos en la perspectiva transdisciplinar de la Agroecológica: Un enfoque para entender la resiliencia socioecológica de la producción agraria y la alimentación”.  Este simposio es un escenario académico para entender los conocimientos en torno a los enfoques teóricos y metodológicos en la Agroecología; su incidencia y aplicabilidad en el estudio de la producción agropecuaria;  en los análisis y estudio en sostenibilidad; en  la seguridad y la soberanía alimentaria y por ultimo; en la incidencia de estos enfoques en los planes académicos que instituciones universitarias que ofrecen la Agroecología en su plan de estudios Se tendrán en cuenta ponencias en temas relacionados con los siguientes tópicos: Reflexiones sobre la dialéctica entre la universalidad y los particularismos en la producción de conocimiento en Agroecología y en Resiliencia Socioecológica; Enfoques teóricos de la Agroecología; Resultados de investigación en Agroecología y Resiliencia socioecológica; Sostenibilidad en Agroecosistemas; El aporte de la Agroecología en los proceso locales de soberanía alimentaria en Latinoamérica; El currículo de la Agroecología en la universidad Latinoamericana.

Lizeth Marelly Alvarez Salas –  Tecnológico de Antioquia

lizeth.alvarez@tdea.edu.co

Santiago Cotroneo – Universidad de Buenos Aires

cotroneo@agro.uba.ar

04/8. Políticas de desenvolvimento urbano sustentável – Desafios para as cidades ibero-americanas   (enviar ponencia a este simposio)

A temática das políticas públicas de desenvolvimento urbano sustentável está na ordem do dia. A Nova Agenda Urbana preparada na Conferência da ONU Habitat III, repercute-se na formulação das políticas de planejamento e gestão territorial para as metrópoles e cidades que procuram, assim, reduzir (?) as crescentes iniquidades económicas, sociais e ambientais que as caraterizam. O presente simpósio é uma oportunidade para discutir vários tópicos tais como: – o papel das políticas de ordenamento na correcção dos desequilíbrios territoriais, considerando a conciliação entre os recursos económicos, sociais e ambientais; – a relevância que os indicadores e sistemas de informação e monitorização territorial têm no acompanhamento e avaliação das políticas urbanas; – a inovação nos modelos de governança urbana que demonstrem a importância de desenvolver uma abordagem multiescalar na concepção e implementação das políticas. O presente défice de articulação entre as políticas das cidades e das políticas das regiões onde estas se inserem é uma condicionante da sustentabilidade ambiental; – e, o desafio futuro do planejamento e  produção de políticas multissectoriais, que abordem de forma integrada os problemas das cidades. Os tópicos aqui apresentados contam desde já com o manifesto interesse de vários investigadores e redes de pesquisa do espaço-ibero-americano. Para além dos pesquisadores das Universidades de Lisboa e São Paulo, conta-se com a envolvência de outros do Peru (PUC), Colômbia (UNAL), Chile (FAO-Chile) e da Rede Iberoamericana de Observação Territorial que abrange cerca de 20 universidades (RIDOTl).

Eduarda Pires Valente da Silva Marques da Costa – Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, Universidade de Lisboa

eduarda.costa@campus.ul.pt

Neli Aparecida de Mello-Théry – Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo

namello@usp.br

04/9. Relaciones de poder en los conflictos y la gestión territorial del agua en Iberoamérica  (enviar ponencia a este simposio)

Un número importante de conflictos por el agua en Iberoamérica se enmarca dentro del contexto de la disputa política e ideológica entre aquellos sectores que defienden la participación del mercado en su gestión, como resultado de la pérdida de atribuciones estatales, en contraposición a los movimientos sociales que exigen su reconocimiento como un bien común y abogan por su protección ambiental. En esa disputa, una de las dimensiones evidentes es la reconfiguración multiescalar territorial en la que se manifiestan distintas formas de ejercer el poder, en razón del aumento y presencia de actores e intereses que entran en conflicto. En ese proceso se presentan retos teóricos y metodológicos en el análisis de los conflictos por el agua en distintas escalas. Los conflictos transfronterizos por acceso al agua, por ejemplo, están presentes en muchas partes de Iberoamérica, aunque estos son mucho más frecuentes en escalas regionales y nacionales, pero con repercusiones evidentes en lo local. Por ello, este panel tiene por finalidad reunir ponentes interesados en el análisis y la discusión interdisciplinaria de las distintas formas de ejercer el poder por parte de los actores involucrados en aquellos conflictos territoriales y multiescalares en los que el agua, su acceso, uso y gestión, son objeto del enfrentamiento político.

Gonzalo Hatch Kuri – Centro de Investigaciones sobre América del Norte, Universidad Nacional Autónoma de México

ghatch@comunidad.unam.mx

Wagner Costa Ribeiro – Programa de Posgrado en Geografía Humana y en Ciencia Ambiental, Universidade de São Paulo

wribeiro@usp.br

04/10. Resíduos sólidos urbanos e políticas públicas (enviar ponencia a este simposio)

Quando os resíduos não são dispostos de maneira adequada no meio ambiente podem ocasionar danos ambientais, com consequências muitas vezes irreversíveis. A questão dos resíduos sólidos envolve não só a conhecida escassez de áreas adequadas para a destinação final do lixo, mas passa necessariamente pela busca de alternativas que vão desde a redução do consumo à implantação da chamada produção limpa e, claro, o tratamento adequado dos resíduos antes de sua disposição final. Assim, tem que se pensar em formas de não gerar os resíduos, depois em minimizar os impactos, já que o consumo exacerbado de bens de consumo descartáveis conduz à geração de resíduos em escala monstruosa. A mudança dos padrões de produção e consumo é um dos temas do desenvolvimento sustentável, enquanto alternativa de criação de riquezas sem destruir os suportes dessa criação, buscando, ainda, a erradicação da pobreza e das desigualdades sociais. A abordagem teórica da pesquisa aborda as interfaces entre a o Direito interno e o Direito internacional e comparado, numa perspectiva crítica e socialmente referenciada das instituições que compõem o Estado moderno, e a metodologia utilizada será a bibliográfica. Pode-se verificar como resultados preliminares que o desenvolvimento sustentável tem sido interpretado apenas como redução de impactos ambientais, todavia, é muito mais amplo e pressupõe um compromisso com as gerações futuras e redução da desigualdade social a partir de uma política de justiça redistributiva, buscando minimizar os desequilíbrios socioambientais em todo o ciclo de vida de um produto, inclusive na geração e no descarte de dejetos.

Adriano Fernandes Ferreira – Universidade Federal do Amazonas

adrianofernandes3@hotmail.com

Patricia Fortes Attademo Ferreira – Universidade Estaual do Amazonas

patriciaattademo@hotmail.com

04/11. Salud ambiental y geotecnologías (enviar ponencia a este simposio)

La salud humana es el resultado de complejas interacciones entre el medio y el hombre, en la que inciden componentes ambientales, geográficos, sociales, económicos, políticos y culturales entre otros, aunado a la distribución cada vez más extensa de vectores causantes de enfermedades, que producen cambios en los patrones de distribución de la mortalidad y morbilidad de la población.  Ante los problemas de salud que actualmente aquejan a nuestra sociedad son importantes las geotecnologías porque permiten almacenar grandes cantidades de información, diseñar bases de datos geográficas y generar cartografía tanto del pasado, como actual, en tiempo real, para generar modelos o escenarios a corto, mediano y largo plazo, que sean base para la toma de decisiones. Estas geotecnologías son herramientas cada vez más potentes para el análisis territorial de la salud humana y servicios en salud, para la propuesta de estrategias y políticas focalizadas acorde al perfil epidemiológico de la población en cada lugar, enfocadas a las etapas de prevención y promoción de la salud. Dentro de estas geotecnologías se encuentra la percepción remota para determinar las áreas de expansión de vectores; el crowdsourcing para conocer los problemas de salud y estilos de vida, a partir de la percepción de la población; los sistemas de información geográfica para el análisis espacial y generación de cartografía; implementación de observatorios geográficos de salud, observatorios de vulnerabilidad territorial de salud y observatorios de vulnerabilidad territorial sobre los crímenes, entre otras aplicaciones.

Marcela Virginia Santana Juárez – Universidad Autónoma del Estado de México

mvsantana7@hotmail.com

Paula Santana – Universidad de Coimbra, Portugal

paulasantana.coimbra@gmail.com

04/12. Sustentabilidad Ambiental Urbana, alternativas al discurso del desarrollo sostenible (enviar ponencia a este simposio)

El presente simposio se estructura en la diferenciación entre el discurso de la sostenibilidad construido desde la lógica economicista y el discurso de la sustentabilidad, con la complejidad de las relaciones internas de los procesos en que se fundamenta la existencia de la biodiversidad, así como la confluencia del saber ambiental y cultural en la construcción de nuevos patrones de interacción con los valores ambientales. Otro aspecto relevante para diferenciar sostenibilidad y sustentabilidad, proviene del origen de cada uno de los conceptos.  El discurso de sostenibilidad tiene origen en el contexto geográfico europeo y norteamericano, con “…la idea de “sostener”, “preservar”, “mantener”; es decir, insistir en la perpetuación del modelo actual…” (Yory, 2004, 23-24). El concepto de sustentabilidad se ha construido principalmente en Latinoamérica, su esencia es trascendental e implica una modificación integral de los modos de producir y habitar el planeta, situación afín con las ideas de “…sustentar, sinónimo de “alimentar”, “cuidar” y, en alguna medida, “hacer crecer” en el sentido de madurar…” (Yory, 2004, 23). La relevancia del impacto ambiental de la actividad humana a escala planetaria es bastante reciente. En la medida en que se han venido manifestando los devastadores efectos de un proceso sostenido de industrialización y de amoldamiento social a los razonamientos y estándares de vida, propios de la modernidad basada en el paradigma del positivismo cientifista, se ha podido construir un consenso sobre la necesidad de colocar en la agenda política internacional la temática ambiental, como elemento sustancial de la presente discusión.

Olavo Escorcia Oyola – Universidad Nacional de Colombia Bogotá, Colombia

oescorciao@unal.edu.co

Sylvie Nail – Université de Nantes, Faculté des Langues et cultures étrangères Nantes, Francia / Universidad Externado de Colombia, Facultad de Finanzas, Gobierno y Relaciones internacionales Bogotá, Colombia

sylvie.nail@uexternado.edu.co

04/13. Transferencia y procesos de resignificación de especies vegetales y saberes asociados entre América y Euroasia: proceso histórico e hitos principales  (enviar ponencia a este simposio)

Un capítulo destacado del proceso de globalización de la diversidad biológica está constituido por el encuentro del Viejo y Nuevo Mundos, que provocó un progresivo fenómeno de transferencia de especies vegetales entre ambas orillas del Atlántico junto con los saberes y usos a ellas asociados. En cada cultura, región, grupo étnico o comunidad histórica, las plantas utilizadas por los humanos mantenían un significado concreto. Su transporte cruzando el océano, no siempre mantuvo conocimientos y valores, por lo que la historia  de esta transferencia presenta capítulos diferenciables en su intensidad y naturaleza, frecuentemente acompañados de procesos de resignificación. Consideraremos aquí algunos de ellos:  a) el papel de la Flota de Indias (siglos XVI y XVII) y los episodios de piratería asociados; b) el protagonismo de órdenes misioneras como Jesuitas, Franciscanos y Dominicos en la introducción de especies del Viejo Mundo en América y en la incorporación de conocimientos indígenas americanos; c) el comercio y procesos de independencia (siglo XVIII) entre países del Atlántico Norte; d) el papel de los jardines botánicos caribeños con la introducción y cultivo de especies de origen asiático; e) las migraciones euroasiáticas de campesinos (siglos XIX y XX ) hacia tierras americanas, y f) las migraciones actuales, preferentemente urbanas. Estos procesos han trastocado las formas de uso y consumo de muchas especies y las de su percepción y valor.  El simposio pretende compendiar ejemplos de especies y procesos, a fin de reflexionar sobre el valor asignado al patrimonio biocultural de una región y gestionar sus recursos naturales.

Jacinto Esteban Hernández Bermejo – Universidad de Córdoba (España) / Junta de Andalucía

cr1hebee@uco.es

María Lelia Pochettino  – Universidad Nacional de La Plata/ CONICET (Argentina)

pochett@fcnym.unlp.edu.ar

04/14. A cien años de la pandemia de gripe española. Aportes historiográficos desde las experiencias nacionales en Iberoamérica (enviar ponencia a este simposio)

En 2018 se cumplirán cien años del desarrollo, a nivel mundial, de la última de las grandes pandemias que azotaron la realidad: La gripe española.  Con sus primeras víctimas, conocidas en Estados Unidos, esta pandemia de gripe se expandió a como consecuencia del movimientos de tropas a los países que participaban en la Primera Guerra Mundial y luego se extendió hacia todo el mundo generando entre 30 y 40 millones de muertes. Como su nombre lo indica, la gripe impactó en España, afectando a su vecina Portugal también y llegó a los países de América Latina generando, según los países, más o menos víctimas, obligando a los Estados a desarrollar políticas destinadas a combatirlas, forjó conductas sociales e imaginarios médicos acerca de su origen en los diferentes países tanto de América como de España y Portugal. El objetivo de este simposio es recibir trabajos destinados a analizar las experiencias nacionales en relación a la gripe española en Iberoamérica, se pretenden trabajos que pongan el énfasis en análisis destinados a analizar la epidemiología, las políticas públicas, las experiencias sociales y las miradas médicas en los distintos países iberoamericanos.

Miguel Ángel Cuenya – Instituto de Ciencias Sociales y Humanidades “Alfonso Vélez Pliego”, Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, México

miguel.cuenya@gmail.com

Adrián Carbonetti – Centro de Investigaciones y Estudios sobre Cultura y Sociedad, CONICET y UNC Argentina

acarbonetti2001@yahoo.com.ar

04/15. Urbanization and the Environment: Challenges of 20th and 21st Century   (enviar ponencia a este simposio)

The twentieth century brought transforming historical changes, notable among them the acceleration of urbanization and rise of environmental challenges across the Americas and the world. Studies at the intersection of history, the social sciences, technology, and science are increasingly focused on analyzing those changes and their interactions.  As the new century began, Martin Melosi published The Sanitary City (2000) on urban environmental infrastructures in the U.S.; in the same year John McNeill’s Something New Under the Sun (2000), explored 20th-century global environmental transformations. Recently, McNeill engaged the intersection of urbanization, environmental challenges, and reform movements in The Great Acceleration (2016) while Melosi has led a group probing New World Cities (2018), comparing urban expansions and their political corollaries across the Americas, from Montreal to Buenos Aires, especially in the twentieth century.  This symposium invites scholars from diverse disciplines who focus on cities, urbanization, and the growing field of environmental historical studies across the hemisphere to propose papers on urban expansion, its economic underpinnings, political impacts, and social consequences—all as they relate to environmental challenges. Questions of air, land, and water, urban needs and effluent consequences are all welcome, as are studies of related politics, policies, and scientific investigations. Works on movements seeking environmental solutions are appropriate, as are studies of the powers and interests that have inhibited planned responses.

Martin V. Melosi – University of Houston

mmelosi@uh.edu

John R. McNeill – Georgetown University

mcneillj@georgetown.edu

04/16. Água, saúde e urbanização desde o século XIX  (enviar ponencia a este simposio)

No decorrer dos dois últimos séculos ocorreram significativas mudanças nas relações entre as sociedades humanas e as águas. Em contexto urbano, uma parte das mudanças foi provocada pela intensificação da urbanização e pela necessidade de ampliar a oferta de água para assegurar a salubridade das cidades. Outra parte foi produto do crescente interesse da Ciência pela composição das águas e pelos efeitos que elas provocavam na saúde humana. Como consequência da urbanização, o desenvolvimento de técnicas modernas de captação/distribuição e tratamento das águas para consumo, assim como as discussões em torno do problema do saneamento que,  influenciaram de diferentes formas na organização do espaço urbano, no uso dos recursos hídricos e na criação de políticas de saneamento. Dentro deste contexto histórico o  Simpósio pretende reunir pesquisadores interessados na historicidade das relações entre água, saúde e urbanização, e também nas políticas públicas de ordenamento do seu uso. Um dos seus objetivos consiste em fomentar a reflexão sobre o papel de engenheiros, médicos e arquitetos na produção e circulação de saberes científicos referentes ao uso das águas, explorando a aplicação destes saberes na transformação do espaço urbano e nas práticas sociais. Interessa também a cultura material resultante dos saberes e das práticas relacionadas ao uso da água. Igualmente importante, é a perspectiva de pensar o conhecimento sobre o uso das águas como experiência universal e, ao mesmo tempo, particular, atendendo ao desafio proposto pelo 56º Congreso Internacional de Americanistas.

Simonne Teixeira – Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – UENF

simonnetex@gmail.com

Inmaculada Simón – Universidad Autónoma de Chile

isruiz72@gmail.com

04/17. El paciente experto y la construcción del conocimiento: el síndrome post-polio y otras enfermedades marginadas en Latinoamérica  (enviar ponencia a este simposio)

Las enfermedades poco frecuentes y aquellas que no suscitan el interés social (olvidadas unas, invisibles otras) han supuesto un reto para las personas que las padecen y sus familiares. Desde la década de los ochenta el rol de paciente se ha ido transformando para asumir no sólo un marcado carácter reivindicador de derechos asistenciales, sino que incluso ha supuesto una participación activa en la construcción del conocimiento y la configuración de agendas de investigación. Convertir la experiencia singular, individual, en experiencia colectiva que sustente una identidad de grupo considerado como interlocutor válido ha precisado del desarrollo de estrategias diversas acordes con los contextos; pero, en todos los casos, la eclosión de las redes sociales virtuales ha facilitado que se compartan conocimientos, necesidades y tácticas.  En este simposio se pretende explorar cómo las personas afectadas por enfermedades que son marginadas de alguna forma (por escasa investigación o por insuficiente atención sociosanitaria) han generado, a partir de su experiencia, conocimiento sobre las mismas, el cual han compartido con personas con una condición médica similar, y después han divulgado tanto entre los profesionales como en el conjunto de la sociedad. Los objetivos principales son comparar en el ámbito latinoamericano las formas en las que se han constituido las redes de intercambio de experiencia entre pacientes, contrastar los métodos para dar a conocer el valor de las propias vivencias y valorar los resultados obtenidos, para contribuir al debate contemporáneo sobre la participación de las comunidades de pacientes en la construcción del conocimiento médico experto.

Juan Antonio Rodríguez Sánchez – Universidad de Salamanca (España). Departamento de Ciencias Biomédicas y del Diagnóstico

jarshm@usal.es

Ana María Carrillo Farga – Universidad Autónoma de México (México). Departamento de Salud Pública

farga@unam.mx