EJE TEMÁTICO

Comunicación y nuevas tecnologías

LOS TEXTOS DE LOS PANELES CONSERVAN EL IDIOMA EN QUE FUERON PRESENTADOS

05/1.   A cultura de inovação em países Iberoamericanos  (enviar ponencia a este simposio)

A inovação tecnológica é um dos indicadores mais expressivos acerca da prosperidade econômica e social de países desenvolvidos e em desenvolvimento, à medida que gera não somente produtos e ideias, como também melhoria para a qualidade de vida em sociedade. A propriedade intelectual, na forma de depósito de patentes, permite vislumbrar inovações de cunho tecnológico no qual o Estado, através de fomentação e políticas públicas) atue junto aos seus difusores, a saber: academia (universidades e institutos de pesquisa) e  indústria. Países que almejam o desenvolvimento tecnológico compactuam políticas de adequação de suas capacidades inventivas com a finalidade de incentivar, implantar e consolidar novas tecnologias; posto que a cultura de inovação é a ferramenta por excelência para o desenvolvimento de qualquer nação. Sob essa perspectiva, o simpósio tem por objetivo abordar a temática da cultura de inovação, discutir a importância da difusão da propriedade intelectual, seus mecanismos de implantação e notar as inovações e contribuições à sociedade trazidas à luz  em países iberoamericanos.

Daniela do Carmo Kabengele – Centro Universitário Tiradentes – UNIT/AL

daniela_carmo@al.unit.br

Hyngrid Assíria Amorim Costa – Instituto Federal de Alagoas – IFAL/AL

hyngrid_assiria@hotmail.com

05/2.   Comunicación y cultura a través del cine mexicano contemporáneo.   (enviar ponencia a este simposio)

En las últimas cuatro décadas el boom de producciones cinematográficas en México propuso una amplia gama de temas que abordan tópicos de carácter universal con una problemática particular o local. Medios de comunicación, política, inseguridad, violencia, diversidad, vida cotidiana etc., son contenidos cinematográficos que merecen un análisis ante la situación contemporánea de este país. En tanto que el cine es uno de los principales conductos para la comunicación masiva, vale la pena discutir sus contenidos como un referente de consumo cultural en un contexto global pero visto a través de diferentes miradas. Cada filme aporta una situación en particular intentando representar realidades que se difuminan en la vida diaria de una sociedad cada vez más acostumbrada a la vorágine de la descomposición del tejido social. De esta manera, el presente simposio tiene como objetivo, indagar cómo se han representado algunos de estos contenidos y tratar de entender lo que la película nos quiere decir. Por lo tanto y para poder profundizar será indispensable delimitar el objeto de estudio a la representación fílmica de medios de comunicación, educación y violencia.

Ángel Román Gutiérrez – Universidad Autónoma de Zacatecas, México.

angelemiliano0724@hotmail.com

Carlos Belmonte Grey – Université de Avignon, Francia.

carlosbelmontegrey@hotmail.com

05/3.   Comunidad, Comunicación y espacio público en América Latina   (enviar ponencia a este simposio)

Desde sus orígenes más profundos, la comunicación se construye como una práctica de sociabilidad de base, entendiéndose como el establecimiento de un multidiálogo, una puesta en común más allá de la dicotomía Estado-mercado contemporánea, pensada desde el cuestionamiento de la producción y reproducción social más crítica. Sin embargo, los procesos de destrucción del vínculo social, asumidos desde posiciones de violencia, crisis económica y deslocalización, provocan la sensación contraria, enfática en los grandes medios, de desaparición del espacio público. En el vacío impuesto por estos instrumentos de reproducción ideológica, y ante la falla de las instituciones tradicionales de convocar a dicho servicio, surgen desde los ciudadanos interacciones con su necesidad: pioneras en los años 40, y con especial intensidad y profusión en la región de América Latina, afloran experiencias de apropiación comunicativa en torno a colectivos marginados, en un intento por democratizar los sistemas básicos de entendimiento, diálogo y concientización que son los medios técnicos de comunicación. Los medios de comunicación comunitarios se establecen desde entonces como aquellos actores encargados de abarcar un espacio público más allá de la esfera burguesa. Este simposio pretende establecer un diálogo crítico en torno a la situación actual de la comunicación comunitaria y alternativa en América Latina y su papel político y cultural como actor de cambio, a partir de los siguientes ejes temáticos:

– Comunicación comunitaria y construcción de espacio público

– Comunicación y movimientos sociales, indígenas, feministas, LGTB,…

– Comunicación comunitaria, redes y colonialidad de la tecnología

– Comunicación y epistemologías del Sur

Juan Ramos Martín – Universidad de Salamanca

jrm1404@gmail.com

Víctor Humberto Guzmán – Universidad Nacional de Córdoba

vhg1978@gmail.com

05/4.   Construção colaborativa da informação e do conhecimento no contexto latino americano: experiências, teorias e práticas      (enviar ponencia a este simposio)

Com o advento da internet comercial, na década de 1990, e a utilização da web, ocorreram mudanças significativas na sociedade. Essas mudanças desencadearam uma sucessão de alterações no modus operandi das relações sociais e na forma como os seres humanos passaram a lidar com o trabalho. A evolução da web, inicialmente estática, para a web 2.0 e web 3.0 possibilitou às pessoas criar e compartilhar suas próprias informações. Assim, nasce a web colaborativa e com ela o surgimento das redes sociotécnicas (entre elas os blogs, as redes sociais e as ferramentas wiki). A partir dessas redes as pessoas começaram a expressar suas ideias e opiniões, trocarem experiências e a criarem informações de forma colaborativa, já que uma das características das redes sociotécnicas é a democratização. As novas tecnologias de informação e comunicação têm facilitado a colaboração, que passou a ser um elemento fundamental em todos os segmentos da sociedade. Produtos e serviços, nunca antes imaginados, tornaram-se realidade na vida das pessoas. Empresas seculares desapareceram do mercado. Outras surgiram, promovendo atividades inovadoras e criando demandas aos usuários. Atualmente, são desenvolvidos aplicativos para smartphones para oferecer produtos e serviços que têm como base a construção colaborativa de informação e de conhecimento. Vivemos um momento de transição e de novas construções sociais que precisam ser reinterpretadas. Neste sentido cabe refletir sobre como as organizações baseadas  em  informação e conhecimento vêm enfrentando tais desafios. O propósito deste simpósio é ser um espaço de reflexão, relatos, trocas de experiências latino-americanas evidenciando  inquietações e compartilhando-as.

Jaqueline Santos Barradas – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)  – Brasil

jaqueline.barradas@unirio.br

Solange Francisca Mazzaroto – Universidade do Porto (UP) e Universidade de Ave – Portugal

sfmazzaroto@yahoo.com.br

05/5.   Los derechos humanos desde el encuentro comunicativo, cultural y civilizatorio (enviar ponencia a este simposio)

En el simposio se abordará la tensión entre el universalismo y particularismo emanado del contexto en el cual se configuró la declaración de los derechos humanos. Tomando como referencia las teorías que analizan la dimensión cultural y civilizatoria desde el punto de vista comunicativo y sociológico se tendrán como objetivos la reflexión de los siguientes ejes fundamentales: la visión de la expresión de los particularismos culturales en el derecho de las culturas, la mirada de las identidades culturales a partir del desarrollo de la libertad de expresión en minorías, la expresión de género en diferentes formas comunicativas y el desarrollo de la cibertransculturación como forma de transversal a nivel del ciberespacio.

Sonia Valle de Frutos – Universidad Rey Juan Carlos

sonia.valle.defrutos@urjc.es

Gloria Caballero – Universidad de Oviedo

alicedont@gmail.com

05/6.   Lusofonia digital: intercâmbio cultural e inclusão social através de novos espaços de comunicação  (enviar ponencia a este simposio)

A proposta desse Simpósio é analisar o uso da internet por iniciativas voltadas para trocas culturais e inclusão social entre países da CPLP (Comunidade de países da língua portuguesa). No mundo globalizado, em que barreiras se erguem a processos migratórios e manifestações de xenofobia são cada vez mais frequentes, identificamos iniciativas que, a partir de pequenos investimentos, procuram documentar e divulgar aspectos culturais, heranças esquecidas, questões políticas atuais e visões do presente que circulam entre diferentes povos e continentes, capazes de se comunicar por meio da língua portuguesa. Guerras culturais são travadas e podemos dizer que nelas estão presentes as lógicas econômicas e políticas que fortalecem projetos de construção de uma lusofonia supranacional. Portugal e Brasil, com seus pólos de tecnologia mais avançados, ocupam liderança e domínio de grande parte das iniciativas existentes. Contudo, a comunicação digital, em que pese o seu uso ainda restrito e seu vínculo aos índices de desenvolvimento econômico e democratização do acesso à internet, tem permitido a inclusão de setores populacionais, tradicionalmente excluídos de espaços institucionais consolidados. O pequeno investimento necessário permite, por exemplo, o repatriamento e a divulgação digital de documentos e imagens, muitas vezes, restritos às instituições oficiais. Trata-se, portanto, de investigar em que medida a lusofonia digital propicia novos espaços de legitimação, permitindo o resgate de histórias e memórias tecidas às margens da história oficial, criando novos canais de diálogo e fortalecendo povos de regiões menos favorecidas.

Myrian Sepulveda dos Santos – Professora Associada

myrian@uerj.br

Valnora Leister – Adjunct Professor

leistevx@jmu.edu

05/7.   Medios de comunicación y Pueblos Indígenas en América Latina.  Un derecho en construcción  (enviar ponencia a este simposio)

El Derecho a la Comunicación es fundamental para el ejercicio de derechos humanos, políticos y culturales de los pueblos indígenas. A pesar de su reconocimiento en los diferentes foros internacionales desde los años noventa, su incorporación en las agendas públicas de los distintos países en América Latina así como la participación de los pueblos indígenas en el diseño de un proceso de comunicación propia e intercultural, se presenta sumamente desigual. El empoderamiento efectivo de los grupos indígenas no siempre se ha visto acompañado de un acceso a las diferentes plataformas mediáticas que les permitan, por un lado, hacer uso de las mismas para reivindicar sus derechos y, por otro, convertirlas en transmisores de su realidad cotidiana. En este simposio se invita a la participación de investigadores de la Comunicación  y de las Ciencias Sociales, preferentemente con enfoque etnográfico, que analicen los medios de comunicación indígena (mci) en América Latina (radios comunitarias, televisión, cine, video, redes sociales),  en relación a uno de los siguientes temas:

  • Comunicación, medios y comunicadores indígenas. Problemas de definición
  • El papel de los mci en los procesos de lucha política, descolonización, resistencia y reconocimiento de derechos colectivos.
  • La implementación de políticas públicas para la comunicación indígena.
  • Género y mci.
  • Los espacios internacionales de la comunicación indígena en las agendas político-culturales de los pueblos indígenas.
  • Presencia y tratamiento de lo indígena en los medios de comunicación hegemónicos.
  • Usos, apropiaciones y miradas indígenas sobre las nuevas tecnologías y los medios de comunicación.

Beatriz Pérez Galán – Universidad Nacional de Educación a Distancia (España)

beatrizp@fsof.uned.es

Óscar Muñoz Morán – Universidad Complutense de Madrid (España)

ommoran@ghis.ucm.es

05/8.   Niñez y política en el cine Latinoamericano del siglo XXI  (enviar ponencia a este simposio)

Durante el siglo XXI Latinoamérica ha experimentado intensos cambios políticos que han redefinido, en algunos casos de manera profunda, los entramados socioculturales de la región. En el ámbito cinematográfico, se ha producido innumerables filmes centrados en las experiencias de niños y adolescentes que, en mayor o menor medida, han incorporado tal marejada política. El objetivo del simposio será examinar la representación de tales experiencias en el cine del nuevo milenio en Latino América. En muchos casos, las películas hechas por generaciones posteriores a las dictaduras, revoluciones y conflictos armados están marcadas por el tono subjetivo con el que vuelven a visitar el pasado. Las ponencias del simposio explorarán aspectos de la compleja relación entre la política y la diversidad de modos en que los niños y adolescentes han entrado en las pantallas latinoamericanas. Debido a que casi invariablemente niños y adolescentes no tienen ningún tipo de control sobre el proceso creativo que los representa, se convierten, como sugiere Carolina Rocha, en sujetos marginales. La condición marginal amplifica las repercusiones políticas de este cine y plantea preguntas acerca de temas como identidad y política, impacto social, estructuras narrativas, elementos estéticos, familia, violencia, crimen, sexualidad, educación, censura, y el rol del estado. Para investigar estas y otras cuestiones afines, los participantes examinarán los efectos de los pasados traumáticos del continente en relación con la pobreza, la etnicidad, la clase, el género, la política o los conflictos sociales. En última instancia se busca trazar el desarrollo de la representación y la construcción de la subjetividad infantil y juvenil en las sociedades globalizadas de América Latina.

Omar Rodríguez – University of Lethbridge

omar.rodriguez@uleth.ca

Antonio Carlos (Tunico) Amancio da Silva – Universidade Federal Fluminense (UFF)

tunicoamancio@gmail.com

05/9.   Propiedad y Políticas de Comunicación en América Latina   (enviar ponencia a este simposio)

En las dos últimas décadas el panorama mediático en América Latina se ha enfrentado a cambios en la regulación. Las propuestas de políticas públicas por parte de los gobiernos de izquierda han atraído la mirada de la opinión pública internacional por suponer un reto para el sector a nivel global. A pesas de las iniciativas de regulación que pretenden, entre otras cosas, limitar la propiedad y evitar monopolios para favorecer el pluralismo informativo, el proceso de concentración mediática sigue siendo una realidad. Unos cuantos grupos dominan el mercado latinoamericano y están conectados a los principales conglomerados mundiales de la comunicación. En este simposio pretendemos reunir iniciativas de investigación en torno a la propiedad de los medios y las políticas públicas de comunicación. La intención es ofrecer a los investigadores que estén realizando estudios de grupos mediáticos y regulación del sector en América Latina un espacio de encuentro y discusión.

Rosalba Mancinas Chávez – Universidad de Sevilla

rmancinas@us.es

Antonia Isabel Nogales Bocio – Universidad de Zaragoza

anogales@unizar.es

05/10. TICs como práctica social  (enviar ponencia a este simposio)

Abordaje de procesos de convergencia de aparatos tecnológicos en el contexto de espacios mediatizados. La comunicación instrumentalizada por tecnologías, o propiciar nuevas posibilidades de actuación del hombre, con sus lógicas de funcionamiento, sus posibilidades de uso y significados, se presenta como moduladora de las formas de vida y de visión del mundo. Es posible advertir el carácter inseparable de los medios y de las tecnologías de la comunicación, asumidas e institucionalizadas en cada época tanto como formas de expresión como dinámicas de transformación y acción humana sobre el mundo, no solo imponiendo gramáticas de construcción de mensajes, sino también configurando su codificación y sus percepciones del mundo. Por eso, antes de dirigir la reflexión sobre el campo mediático a un determinismo tecnológico, se trata de articular la sociabilidad contemporánea con la convergencia entre nuevas tecnologías y nuevas formas sociales. De la misma forma, la flexibilidad en la emisión de mensajes ha reconfigurado la forma en cómo se crean y divulgan las informaciones, y la conectividad generalizada les ofrece autonomía e independencia de la edición de los medios masivos y los receptores se vuelven consumidores generadores de contenidos. Se trata de pensar no solo la substitución de prácticas y modalidades mediáticas, sino también su conformación sobre los múltiples soportes que las tecnologías ponen a su disposición.

Ada C. Machado da Silveira – Universidad Federal de Santa María, Brasil

ada.silveira@ufsm.br

Marina Poggi Carter – Universidad Nacional de Quilmes, Argentina

marinapoggicarter@gmail.com

05/11. Las imágenes en la historia: el cine y la fotografía en el siglo XX y XXI   (enviar ponencia a este simposio)

Las imágenes ocupan un lugar central en la producción de la cultura visual en el siglo XX y XXI. En las últimas décadas del siglo XX la historiografía se basó en nuevas contribuciones teóricas y metodológicas para la comprensión de la producción audiovisual como una línea de investigación de la historia. A partir de entonces se han multiplicado los debates sobre la importancia de la imagen como objeto de investigación y el lenguaje visual como una forma de(re)construcción y (re)formulación del mundo social. Las imágenes se emplearon como soportes propagandísticos para forjar identidades colectivas y establecer patrones culturales en la sociedad de masas, entre otros usos. La fotografía, el cine y los carteles propagandísticos han empleado distintos lenguajes visuales que compiten por las representaciones políticas y culturales que circulan en las sociedades contemporáneas. El objetivo de este simposio temático es reunir las investigaciones sobre los múltiples usos de las imágenes en el campo político y cultural, sobre todo, aquellas dedicadas a la comprensión de la construcción de la cultura visual contemporánea en Latinoamérica. El simposio también está abierto al diálogo transnacional y comparado con otros países además de los latinoamericanos, siempre que haya conexiones entre las experiencias de investigación de América Latina y otras experiencias nacionales.

Tatyana de Amaral Maia – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

tatyana.maia@pucrs.br

Beatriz de Las Heras – Universidad Carlos III de Madrid

bheras@hum.uc3m.es

05/12. História e Comunicação: Mídias/Media, Intelectuais e Participação Política    (enviar ponencia a este simposio)

O objetivo principal deste Simpósio Temático é constituir um fórum multidisciplinar que reúna profissionais que refletem Mídias/Media enquanto temática – historiadores, cientistas sociais, jornalistas, literatos etc. Pretende-se contemplar análises no que se convencionou chamar História do Tempo Presente, assim como nas relações do historiador e/ou dos cientistas sociais, tidos como os “responsáveis” por tal “História”, e os jornalistas e sua “História do imediato”. Além de fonte da análise, as Mídias/Media são consideradas, principalmente, um elemento fundamental de investigação e estudo. Serão privilegiados neste simpósio ensaios acerca da relação de poder nesse “universo de conivências” – redações, rádios, TVs etc. –, como também nos intercâmbios com sociedade civil e esferas de governo. Esta proposta pertence à temática História do Tempo Presente, tendo como tópicos trabalho intelectual e questão da ética, centrando-se nas práticas de um ofício – do intelectual/jornalista –, e nas regras a serem seguidas, especialmente aquando de rupturas dessas regras. Assim, motes como: percurso dos jornais, revistas, rádios, TVs, conglomerados de informação etc., bem como dos jornalistas, são itens contemplados. Igualmente, ponderações teóricas e/ou análises de processos históricos são importantes e necessárias. Questões como: acesso à informação e o interdito/censura; imprensa como empresa privada que vende serviço de utilidade pública; atuação de intelectuais (jornalistas/homens-de-jornal), ligados à esquerda ou a serviço do Estado (Earthly authority ou intelectocratas), seus itinerários e envolvimento políticos; constituição das esferas públicas e função da imprensa versus processo de cidadania republicana brasileira, são demandas importantes. As redes de convivência e os códigos de sociabilidade dentro desses grupos de jornalistas/intelectuais são também a clave para compreender valores e propostas constituídas nessas comunidades e sua sintonia com panorama político no Brasil do século XX. As práxis jornalísticas percebidas também como encenação das regras sociais, de uma suposta vigília ao poder e da utopia de uma liberdade de expressão absoluta, remetem a temas presentes e contemporâneos.

Beatriz Kushnir – Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (Brasil)

biakushnir@gmail.com

Mônica Carvalho – Universidade do Minho (Braga, Portugal)

monica.marino@gmail.com

05/13. Fotoperiodismo, política y sociedad en España y América Latina (1960-2000)   (enviar ponencia a este simposio)

El simposio tiene como objetivo reflexionar sobre la relación entre los cambios socio-políticos y el desarrollo de una nueva visualidad de la sociedad  a través del fotoperiodismo y de la fotografía documental. En la segunda mitad del siglo pasado los gobiernos latinoamericanos transitaron de dictaduras militares y estados autoritarios a democracias formales con contrapesos políticos. El fotoperiodismo acompañó desde esta perspectiva de poder la implementación de los gobiernos represivos, pero también formó parte de la crítica y de esta manera la obra de un sector de fotógrafos se convirtió en una referencia que aportó visibilidad pública a los sujetos sociales de estos cambios con distintos resultados, tanto en Argentina y Chile, como en España, Brasil, México y otras naciones latinoamericanas.  En este contexto estaba ocurriendo un proceso de modernización de la prensa con la estandarización del fotoperiodismo (modelo propuesto por las agencias internacionales de noticias) que sufría la competencia de la televisión. La prensa alternativa y los colectivos de fotógrafos participaran activamente en el cuestionamiento del poder y en la lucha por la apertura política. En paralelo hubo una expansión de los usos de la fotografía (públicos y privados), su entrada en el campo de las artes visuales (museos, muestras y galerías) y un proceso de institucionalización del campo de la fotografía que conduce a la profundización del debate teórico con la realización de los congresos latinoamericanos de fotografía. El simposio pretende discutir la producción, el uso y la función social de la imagen fotográfica en América Latina en paralelo a las transformaciones en la cultura visual, el desarrollo de nuevos regímenes de visualidad y de una nueva mirada sobre América Latina

Alberto Del Castillo Troncoso – Instituto Mora (México)

adelcastillo@institutomora.edu.mx

Charles Monteiro – Pontificia Universidade Catolica do Rio Grande do Sul (Brasil)

Monteiro@pucrs.br